sábado, 25 de agosto de 2012

Muito amor e leitinho materno ♥


E vai engordando, crescendo, as dobrinhas aparecem e se torna a coisinha mais gostosa do mundo...

Três meses se passaram...

Parece que foi ontem que esse pedaço de gente nasceu e virou meu mundo de cabeça para baixo. E aí passaram-se três meses, o suficiente para me acostumar com essa coisa de ser mãe.

O desenvolvimento da Júlia é uma coisa que me deixa radiante, cada pequeno gesto, para mim, é como se fosse algo grandioso. Estou cada vez mais boba e mais orgulhosa com todas essas mudanças.

Júlia aprendeu a pegar objetos, demos a ela uma bonequinha de borracha e um chocalho, o suficiente para alegrá-la. Suas pequenas mãozinhas também aprenderam o caminho para boca, e que delícia é comer mão, não é Júlia?!

Agora nossas conversas são mais longas, passamos um bom tempo conversando em "bebêeis", junto com alguns gritinhos e muitos sorrisos. Júlia também nos contempla com pequenas gargalhadas.

Nessa semana, a Júlia descobriu que pode se divertir com os desenhos do Discovery Kids, coisa que ela não gostava muito, e passa algumas horas da manhã brincando e conversando com a tv.

Com 5,4kg e 58cm, Júlia já tem um corpinho bem firme. Ela não gosta mais de ficar deitada, só quer sentar e fica brava por não conseguir fazer isso sozinha.

Durante a noite, ela ainda acorda duas vezes para mamar, mas a mamãe aqui já se acostumou a acordar a cada 3 horas numa boa. Essa menina parece um reloginho, acorda todos os dias entre 8 e 9h, nem deixa a mamãe aproveitar um pouco mais a cama.

Para nossa alegria, estamos sem cólicas a algum tempo, então os choros também diminuíram muito. Eu aprendi a reconhecer os choros da Ju, isso facilitou também na hora de descobrir o que ela quer, nunca pensei que eu fosse capaz de fazer isso, mas parece que toda mãe tem um superpoder de entender os filhos.

O cansaço ainda é grande, tem dias que parece que não vou dar conta, mas com muito apoio do papai e muitos sorrisos da Ju, encontro a motivação para superá-lo. Outro superpoder das mamães: tirar energia de onde pensávamos não ter mais nada. É difícil, mas a gente consegue!

Sobre o amor, nem preciso mais comentar né?! Aumenta na mesma proporção que o crescimento do bebê...

3 meses de muito amor, carinho e dedicação de ambas as partes 


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Jovem ou não, mãe é mãe.

Alguns chamaram de erro, outros chamaram de loucura, eu prefiro chamar de sorte.
Sorte, por ter um anjo comigo, sorte por me transformar numa pessoa melhor, sorte por me mostrar o que é o amor. Só depois de ser mãe posso falar que amei incondicionalmente, ou melhor... amo.
Jovem ou não, mãe é mãe.
E eu sou completamente apaixonada por essa nova tarefa que tenho que exercer!

Autor desconhecido


domingo, 12 de agosto de 2012

Dia dos pais



SOMENTE SABERÁ O QUE É SER PAI... 

Quando compreender, cheio de regozijo, que o fruto de seus sonhos é agora uma realidade palpitante, ternura viva e olhar inocente. 

Quando perceber suas olheiras enormes e a satisfação de ver seu tenro rebento dormindo, ainda que você não possa dormir. 

Quando entender que seu sono nunca mais será completo, quando ouvir o choro na madrugada.

SABERÁ O QUE SIGNIFICA SER PAI... 

Quando conhecer a maravilha que possui ao levá-lo, pela primeira vez, à escola e vir seus olhos chorosos porque não quer separar-se de você e sentir na alma a dor de afastar-se, deixando-o no meio de outros egoísmos que, porém, o ensinarão a compartilhar. 

Quando, pela primeira vez, seu filho o chamar de papai, e rir quando o lançar ao ar e ele não sentir medo porque lhe dá segurança o seu sorriso.

SABERÁ O QUE É SER PAI...

Quando o levar a falar com Deus pela primeira vez, e o ensinar a rezar por todos e ele sentir que o seu carinho é algo no qual ele pode confiadamente descansar. 

Quando compreender a maravilha que Deus lhe deu, ao ser desafiado por ele com suas primeiras perguntas, e, desprevenido, não souber como respondê-las.

SABERÁ O QUE É SER PAI... 

Quando chegar o dia em que você não o acompanhar, porque seus amigos o estão esperando e você sentir que seu coração fica abalado, porque esse dia chegou antes do que você pensava e sente profundamente que assim deve ser, porque é o preço que pagará pelo aprendizado de seu vôo definitivo. 

Quando ouvir seu primeiro apelo e seu primeiro desejo de independência.

E, FINALMENTE, SABERÁ O QUE É SER PAI... 

e a saudade consumir as horas que antes, desfrutava, feliz, na sua companhia, e talvez o telefone ou as cartas sejam seu único vínculo com ele. 

Quando, um dia, seu filho tiver que partir para estudar longe da família, ou para um trabalho num lugar distante, e a quem você deverá aceitar, porque é a lei da vida, pois seu filho foi emprestado a você apenas por algum tempo... 

E SOBRETUDO, SABERÁ O QUE É SER PAI, 

Quando chegar alguém e o levar de seu lado para perseguir outro arco-íris, o de sua própria vida, partilhada com alguém a quem ele amará

ENTÃO, SABERÁ O QUE É SENTIR-SE PAI 

Você não estudou para sê-lo, mas viveu essa paternidade e a seguirá vivendo. 

Mas é só, então, que poderá ser consciente, em plenitude, da maravilhosa experiência, dom vivo de Deus, que é a alegria que isso lhe proporcionará, deverá ser, então, maior que a dor que supõe sentir que algo muito tenro se desprende de sua alma. 

SENTIR-SE PAI

Rubén Núñez de Cáceres - Trad. G. Cabada

Feliz dia dos pais, ao mais novo papai!

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Dia Mundial do Aleitamento Materno

Hoje é o Dia Mundial do Aleitamento Materno e, por isso, venho contar a vocês minha experiência com a amamentação.

Toda vez que eu via uma mãe amamentando seu filho, achava que era a coisa mais linda e simples do mundo. Continuo achando linda, mas descobri que não é nada simples, é muito mais do que apenas colocar o bebê no peito e deixá-lo sugar.

Amamentei a Júlia pela primeira vez 5 horas após o parto. Foi estranho, senti dor, ardeu, parecia que ela ia arrancar meu mamilo. É uma dor que você sente no fundo da alma... Segunda mamada, mesma coisa. Me segurei pra não chorar de dor, mas insisti. Fui pensando: "Vai ficar mais fácil...".
Amamentando pela primeira vez.

Aí você deve estar pensando: "Se dói tanto, por que insistir?". Simples. Insisti porque sempre soube dos benefícios do aleitamento materno e o que não sabia, procurei me informar. O leite materno é completo e, além de ser rico em nutrientes, também ajuda o bebê a criar anticorpos, entre outras coisas. Além disso, amamentar ajuda o bebê a criar vínculos com a mãe. Nada melhor do que ver seu bebê te olhando enquanto mama, quase como se agradecesse por você se dispor a alimentá-lo.

A Júlia não conseguia pegar muito bem o peito e, quando conseguia pegar, não mamava muito. Por conta das dores, eu não insistia pra que ela mamasse mais. Nos primeiros dias de vida, o bebê tem uma reserva de energia, mas uma hora essa energia acaba. Resultado: no terceiro dia de vida, Juju teve hipoglicêmia e tive que dar leite artificial. O leite artificial mata a fome, mas não é tão completo quanto o leite materno.

Quando finalmente pegou o peito.
Dar mamadeira naquela época foi prático, pois eu sentia muitas dores nos seios e também tive muitas dores no pós-parto, amamentar ainda era uma tortura. Com isso, eu comecei a odiar a amamentação e fui me rendendo à mamadeira. Quando dava o peito era sempre com preguiça e má vontade. Me senti uma péssima mãe por isso, eu queria amamentar minha filha, queria que ela crescesse forte e saudável, mas ao mesmo tempo me sentia incapaz de fazer isso.

Precisei de muito apoio para dar continuidade à amamentação e a pessoa que mais me ajudou foi o Guto. Ele que brigava comigo quando eu tinha preguiça de amamentar, foi atrás de mais informações para que eu conseguisse amamentar melhor, dos benefícios para mim e para a Júlia, e com isso, fui deixando a mamadeira aos poucos.

Isso não quer dizer que eu gostava de amamentar, muito pelo contrário, odiava cada vez mais. Continuei insistindo pelo bem da Júlia, pela praticidade (porque preparar mamadeira requer muito tempo) e porque leite artificial é muito caro.

E assim fomos, amamentando de má vontade, mas amamentando...

E começou a ficar mais fácil...
As dores diminuíram, eu fui pegando o jeito e a Ju aprendeu a pegar o peito aos poucos. Com todas essas mudanças, comecei a ter mais paciência pra amamentar e o resultado disso foi que a Júlia começou a ganhar mais peso. Que mãe não fica feliz ao saber que seu filho está crescendo e se desenvolvendo muito bem, excedendo expectativas?

Esse foi o primeiro motivo que começou a me deixar feliz em amamentar. O segundo motivo foi quando a Ju olhou pra mim pela primeira vez enquanto mamava. Essa foi a primeira vez que me senti realmente ligada a minha filha desde que ela nasceu. Percebi que eu dei a ela aquilo que ela precisava e só eu poderia dar isso.

Aos poucos, comecei a gostar mais das mamadas, inclusive das mamadas noturnas. O terceiro motivo, aquele que me fez amar a amamentação, foi quando a Ju durante a mamada, largou o peito, olhou pra mim e sorriu! Foi um dos momentos mais emocionantes que passei com ela.

Agora, a amamento sempre que ela pede, o quanto ela quer, mesmo que tenha que acordar 1 milhão de vezes durante a madrugada para saciar sua fome.

Amo ver minha filha com sua pequena boquinha me sugando, principalmente agora que ela aprendeu a segurar o "tete" e faz carinho em mim enquanto mama. (:

Amamentar é um investimento para toda a vida.

Amamentar é uma das coisas mais bonitas e naturais que existe. Não há porque ter vergonha de fazer isso em público. ♥